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Um Testemunho da Graça de Deus





Vamos refletir, contemplar, sentir

o pleno efeito do

gracioso, misterioso chamado de Deus

para salvação e para serviço pastoral.

Quem sou eu?

Quem sou eu?

Quem sou eu, para que fosse...

Quem sou eu, para que fosse

o objeto de Sua misericórdia?

Quem sou eu, para ser o objeto da Sua Graça?

Quem sou eu, para ser o objeto de Sua afeição?

Porque?

Porque eu?

Eu não sei, porque eu.

Porque, se eu procurar um motivo em mim para "por que eu?"

tudo o que descobriria seria meu pecado.

Ao contemplar Sua santidade, me torno mais consciente do meu pecado.

Ao contemplar Sua santidade e meu pecado,

mais me torno consciente que ricamente mereço Sua justa ira

na luz da Sua santidade contra meu pecado.

E eu ricamente mereço Sua justa ira pela eternidade

no inferno, por causa do meu pecado.

E, porém...

Ele me chamou.

Não só me convidou.

Não.

Ele me convocou!

Foi uma convocação divina!

Uma convocação autoritária,

e ainda posso lembrar vividamente

o momento em que recebi essa convocação

como se fosse ontem à noite.

Talvez isso ajude a entender porque são tão afetado

quando leio qualquer referência ao chamado de Deus:

Cresci em um lar católico normal.

Me rebelei contra tudo que entendia do catolicismo na juventude.

E também, na juventude, na época

imergi na cultura das drogas, influenciado por amigos mais velhos.

Mas sou completa e totalmente responsável.

Ainda posso lembrar da tarde

quando fumei maconha pela primeira vez.

E, naquela tarde, ao deixar o apartamento de um amigo mais velho,

eu estava apaixonado pelo que havia acontecido.

Decidi que uma transição havia acontecido na minha vida:

do mundo do álcool para o das drogas.

E busquei o mundo das drogas,

para minha vergonha,

tão apaixonadamente como pude.

Não fui passivo nisso.

Fui apaixonado nisso.

Achei meu jeito para qualquer possível

experiência de prazer nas drogas que pude, exceto heroína.

O único motivo que não usei heroína,

porque alguns amigos usavam,

eu não, porque tinha medo das picadas.

Eu os via se darem uma picada e achava aterrorizante.

E só teve uma coisa que eu não fazia na minha busca do prazer,

e era a heroína.

Mas eu, de fato, fiz todo o resto.

Eu tomei

LSD como vitamina C.

Tomei diariamente.

Tomei repetidamente, por longos períodos.

E, tristemente, para minha vergonha,

eu não só busquei o pecado com paixão.

Eu recrutei outros para buscarem o pecado com paixão.

Eu recrutei outros, os treinei,

nessa apaixonada busca.

Eu estava feliz.

Se você tentasse arrazoar comigo, testemunhar para mim,

e fizesse da alegria uma questão,

e argumentasse que é feliz.

E arrazoasse e me desafiasse que eu não tinha alegria na minha vida,

eu diria: "Você é um idiota.

Eu sou bem feliz."

Não havia crise acontecendo na minha vida.

Eu não estava convencido do meu pecado.

Estava imerso na cultura da droga,

apaixonadamente buscando o pecado e imoralidade

em toda forma possível.

Estava bem feliz.

E aconteceu...

que um dos amigos mais velhos

que havia me influenciado

ele se mudou, para Fort Lauderdale, Flórida.

E pouco tempo depois de se mudar, de alguma forma,

ele foi parar numa igreja batista onde ouviu o Evangelho.

E experimentou o milagre da regeneração, abandonou seus pecados,

confiou no Salvador. E quer saber?

Duas semanas depois de se converter,

ele queria isso:

"Eu devo voltar

para a área de Washington DC

e compartilhar o Evangelho com meus amigos."

E, pela Graça de Deus, eu era um de seus amigos.

Ele voltou à área de Washington DC,

foi estar comigo numa manhã, que lembro vividamente,

ao sentarmos no meu quarto,

começei a ver as várias opções de fumar,

as várias opções de haxixe que eu tinha.

Convidei ele a se unir, ele declinou.

Fiquei perplexo, mas não dei bola.

Começei a fumar.

Se você não vai se unir, ainda vou ter uma festa.

E, enquanto eu fumava,

em algum ponto

entre tocos

ele me contava tudo que sabia do Evangelho

por favor, entenda: ele não sabia muito...

Mas sabia o bastante.

O bastante da profundidade de Jesus Cristo

para pecadores como eu.

O suficiente para contar sobre Jesus morrer como substituto

para pecadores como eu.

E, ao me contar o que sabia,

em um momento,

Deus

me convocou!

Em um momento,

experimentei

um verdadeiro chamado.

Eu um momento, Deus agiu sobre mim.

E é vívido como se fosse ontem à noite.

Ele não sabia as específicas respostas sobre arrependimento e fé.

Mas isso eu sabia, naquela tarde:

Deus agiu em mim antes da minha ação para com Deus.

Eu diria que fui reformado em minha experiência em Salvação

antes de ser informado

teologicamente.

Se você viesse naquela noite e dissesse:

"Sabe?

Teu arrependimento e fé iniciaram isso."

E diria: "Você [como dizer respeitosamente?]

Você é um bobão. OK?"

Eu não iniciei isso.

Deus agiu em mim.

Deus me concedeu o milagre do novo nascimento.

E, sim, dali eu respondi

em arrependimento e fé.

Daquela manhã em diante,

algo definitivo aconteceu

e algo continua acontecendo

progressivamente na forma de santificação.

Então, quando leio alguma referência aos Coríntios serem chamados

eu vividamente lembro daquela tarde

e, ao ler as palavras de Spurgeon:

"se fôssemos chamados a resolver essa questão:

porque fomos chamados à eternidade?,

se tivéssemos esse problema a resolver: porque Ele me chamou?

estaríamos adivinhando errado, nunca chegando à conclusão certa

a menos que disséssemos de uma vez por todas: eu não sei

Eu não sei."

E esse deve ser o efeito desse chamado nas nossas almas:

intensa gratidão ......










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